Explosão solar

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Para mim, o dia de 7 de junho deste ano foi como qualquer outro. A não ser pela baixa temperatura. Disso, certamente, me lembro.

Se nesta data você percebeu algo de anormal, a culpa pode ter sido do maior astro do nosso Sistema Solar: o Sol. Na madrugada de 7 de junho, às 2h41 – para ser mais exata – o Solar Dynamics Observatory (SDO), da NASA, registrou uma rara explosão solar.

A violenta reação liberou partículas que viajaram a 1400 km/s espaço afora, além de criar uma enorme nuvem de plasma.

O evento, considerado espetacular por especialistas, pode ser conferido no vídeo abaixo produzido pelo Goddard Space Flight Center, também da agência espacial americana.

Fogos celestiais

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A nebulosa acima está a 20 mil anos-luz de distância da Terra, na constelação de Carina. Lindo! Mas, esse ambiente não é tão pacífico quanto parece.

A radiação ultravioleta e fortíssimos ventos estelares formaram um buraco em meio ao gás e poeira espacial que acabaram envolvendo o conjunto. O resultado: a vista panorâmica do aglomerado – formado por estrelas grandes e quentes -, chamado NGC 3603, e que de feio só tem o nome.

Imagem: NASA, ESA, R. O’Connell (University of Virginia), F. Paresce (National Institute for Astrophysics, Bologna, Italy), E. Young (Universities Space Research Association/Ames Research Center), the WFC3 Science Oversight Committee, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)

Até buraco negro?

1 Comentário

Pois é, desta vez, nossos amigos chineses se superaram.

Pesquisadores da terra do kung fu construíram com sucesso um aparato eletomagnético capaz de absorver microondas de radiação.

Complicado, eu sei, mas o que importa é que o brinquedo é comparado a um buraco negro – que no espaço suga tudo o que encontra pelo caminho.

Saiba mais: New Journal of Physics

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